REFÉNS DA ‘DEMOCRACIA’, DA IGNORÂNCIA E DA IRRACIONALIDADE

A maioria da sociedade ainda continua a acreditar na palermia do popvírus, completamente desmascarada e destruída desde Abril de 2020, e continua a achar que as medidas são válidas, justificadas e eficazes, percebemos que o nível de lavagem cerebral atingiu proporções épicas.

Nada disto é novo na História da Humanidade, pois em todas as ideologias destruidoras e genocidas, foi a maioria da população que apoiou e incentivou toda a insanidade, permitindo a sua instauração, a sua permanência temporal e a sua escala nacional ou mundial.

Vou expor uma conversa nos idos tempos AdC (não estou a falar antes de Cristo, mas antes do c()vid), como quem diz há pouco mais de um ano, que me recordo quase todos os dias, que demonstra claramente que a maioria das pessoas não se esforça por se informar, não raciocina absolutamente nada sobre o que lhe é dito por quem sabe os factos e a verdade, age constantemente numa mob mentality deprimente e vangloria-se da própria ignorância de uma forma completamente demente e sem noção.

Repare numa curta conversa de café com três pessoas, (que vou denominar de A, B e C no relato) e que correu assim:

– A: “O dono do café chamou-me quando estava a sair e deu-me zero virgula trinta e dois cêntimos de troco que me estava a esquecer de receber.”

– C: “Deu-te quanto? Trinta e dois cêntimos, queres tu dizer.”

– A: “O quê? Não! Zero vírgula trinta e dois cêntimos, que é como se escreve.”

– B: “Pois, qual é a dúvida?…”

– C: “A dúvida não existe, simplesmente não é assim que se diz. Ou dizes ‘trinta e dois cêntimos’ ou ‘zero vírgula trinta e dois euros’. Tão simples quanto isso… Então, como é que dizes 32 centímetros em metros?”

– A e B em uníssono: “Ahahahaha, mas o que é que centímetros e metros têm a ver com cêntimos???”

– C: “Fico-me por aqui. É melhor.”

Ora, qualquer pessoa com o 5º ano de Matemática (já para não dizer com cérebro funcional e com os mínimos de conhecimento e de noção) consegue perceber os pontos básicos de falha total de racionalidade em tão curta conversa.

Mas o que mais me chamou a atenção foi a atitude de ambas as pessoas que representam uma sociedade demente, idiota e feliz na ignorância conjunta, uma vez que as pessoas A e B acharam que tinham razão por “questões democráticas” (eram duas pessoas contra uma) e também acharam que “ganharam o argumento” por eu me calar (percebi que não valia a pena falar para duas paredes).

Esta situação e esta conversa são a mais perfeita descrição e representação de todo o ano que começou pouco depois da mesma:

🔸 A maioria das pessoas acham que estão certas simplesmente por estarem do lado da maioria, mesmo defendendo óbvios atrasos mentais.

🔸 A maioria das pessoas não têm absolutamente nenhuma predisposição em querer saber cada vez mais de vários assuntos/temas, nem de olhar para o mundo e o querer perceber, nem de raciocionar sobre os acontecimentos diários, nem de obter percepção correta da realidade, nem de questionar o que ouvem na ‘caixa mágica’.

🔸 O ovelhismo acéfalo permite aos desgovernantes e propagandistas subverter e subjugar sociedades inteiras, que seguem todas as barbaridades e ideologias sem qualquer justificação nem base científica.

Podem-me perguntar “então mas se te calaste nessa conversa mesmo sabendo que tinhas razão, porque estás sempre a falar do popvírus?”

Enquanto que a primeira situação demonstra a ignorância e irracionalidade e, se não querem aprender e ainda se vangloriam da própria idiotice, também não me vou esforçar por fazer as pessoas entender, na segunda situação a existência de uma maioria de acéfalos permite a permanência da sociedade numa fraude pandémica e prolongamento de medidas ditatoriais completamente contraproducentes e genocidas. Acho que a diferença é óbvia.

A minha pergunta é: de que lado quer estar? do conhecimento e racionalidade ou da ignorância e insanidade?

A escolha é de cada um. Contudo, o pior é que mesmo quem não escolheu a ignorância, tem de aturar uma situação demente, destrutiva e genocida.

Estamos reféns da democracia da ignorância e ovelhismo acéfalo.

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