A Caminho Para o Controle Extremo

Estamos no caminho 𝘱𝘢𝘳𝘢 𝘰 𝘦𝘹𝘵𝘳𝘦𝘮𝘰-𝘤𝘰𝘯𝘵𝘳𝘰𝘭𝘦. 𝘓𝘦𝘪𝘢 𝘦𝘴t𝘦 𝘦𝘴𝘵𝘶𝘥𝘰.

O psicólogo Albert Biderman estudou táticas chinesas para tortura e doutrinação comunista conhecidas como DDD, expostas no trabalho de psicologia de I.E Farber, “Lavagem Cerebral, Condicionamento e DDD” (Debility, Dependence, Dread – Debilidade, Dependência, Pavor).

O objetivo maior da DDD é, por meio de um amplo processo de lavagem cerebral, tornar a vítima dependente do seu torturador, a partir de um medo constante que lhe faz crer estar mais seguro sob a custódia dele do que em Liberdade.

Mas o que mais chama a atenção nisso é que as táticas do método DDD são idênticas ao que se está impondo, hoje, sob pretexto de controle da pandemia.
Eis a seguir os 8 passos do Método DDD expostos pelo psicólogo americano Albert Biderman e publicados pelo ʀᴇᴘᴏʀᴛ ᴏɴ ᴛᴏʀᴛᴜʀᴇ (ʀᴇʟᴀᴛᴏ́ʀɪᴏs ᴅᴇ ᴛᴏʀᴛᴜʀᴀ) ᴅᴇ 1972 ᴅᴀ ᴀᴍɴɪsᴛɪᴀ ɪɴᴛᴇʀɴᴀᴄɪᴏɴᴀʟ:

1º – 𝗜𝘀𝗼𝗹𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗼 𝗱𝗮 𝘃𝗶́𝘁𝗶𝗺𝗮
O primeiro passo do método é isolar a vítima e fazer com que ela perca contato com o mundo lá fora.
No nosso caso, particularmente, podemos chamar de “isolamento social” ou “quarentena”, ou “confinamento”.

2º – 𝗖𝗼𝗻𝘁𝗿𝗼𝗹𝗮𝗿 𝗮 𝗽𝗲𝗿𝗰𝗲𝗽𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗮 𝘃𝗶́𝘁𝗶𝗺𝗮 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗮 𝗿𝗲𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲
O segundo passo é tomar o controle sobre aquilo que ela pensa e sobre a sua percepção da realidade.
Consegue-se isso detendo o monopólio da informação, que será usado para desorientar a vítima já confinada.
Com o advento da TV e dos jornais, a capacidade que os donos do poder ganharam de exercer esse controle sobre a mentalidade popular é monstruosa.
Basta ligar a TV ou abrir os jornais que poderá ver essa tática sendo colocada em prática abertamente.

3º. 𝗟𝗲𝘃𝗮𝗿 𝗮̀ 𝗲𝘅𝗮𝘂𝘀𝘁𝗮̃𝗼 𝗳𝗶́𝘀𝗶𝗰𝗮 𝗼𝘂 𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗹
Muitas práticas podem ser colocadas a a serviço do passo três, desde jogos mentais a torturas físicas.
O importante aqui é tirar a vítima do seu eixo e fazer com que ela perca o equilíbrio emocional.
Longos períodos de confinamento combinados com ócio forçado e cenários apocalípticos iminentes não seriam por acaso, uma forma perfeita de alcançar a exaustão mental?
Eles sabem que sim.

4º. 𝗔𝗹𝗶𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗿 𝗮 𝗮𝗻𝘀𝗶𝗲𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗲 𝘀𝘁𝗿𝗲𝘀𝘀 𝗰𝗼𝗺 𝗮𝗺𝗲𝗮𝗰̧𝗮𝘀
Em seguida, vem o passo 4 que completa o 3, no sentido de bombardear a vítima com ameaças e terrorismo psicológico. Isso num campo de concentração, pode ser feito com ameaças reais de matar a própria vítima ou a sua família.
Já em tempos de pandemia, o medo entra na nossa mente pelos próprios meios de comunicação que insistentemente repetem que as pessoas que mais amamos estão correndo sério risco de vida e podem morrer a qualquer momento.
Além disso, o encerramento da economia coloca o emprego e a segurança familiar de milhões de pessoas em cheque, gerando cada vez mais stresse e ansiedade.
De acordo com o Manual de Treinos da CIA publicado em 1983 no livro Human Resource Exploitation Training Manual, muitos psicólogos afirmam que a simples ameaça de induzir debilidades é mais eficiente do que a debilidade em si.

5º – 𝗣𝗿𝗮𝘁𝗶𝗰𝗮𝗿 𝗶𝗻𝗱𝘂𝗹𝗴𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮𝘀 𝗼𝗰𝗮𝘀𝗶𝗼𝗻𝗮𝗶𝘀
Algumas concessões ocasionais podem ser firmadas para premiar a vítima e motivá-la a cooperar com os desmandos do torturador.
Exemplo: “se usar máscara, passar álcool gel a toda hora, não chegar perto de ninguém, medir a temperatura antes de entrar nos lugares, ficar de pé esperando exatamente onde está delimitado no chão que você pode ficar, sair de casa só para o que for extremamente necessário, voltar directo pra casa sem falar sequer com a vizinha e cumprir mais 1001 exigências desnecessárias, nós o deixaremos ir até à esquina comprar pão”. Entenderam como funciona a “troca”?

Outro exemplo:
Deixar as pessoas ir à praia no verão (em troca de distanciamento físico, e cabines de desinfecção). Repare como desapareceu das televisões toda a polémica do suposto perigo de contágio na comunicação social. Agora que abriam um pouco, acabou o verão, vão fechar tudo de novo. Os palcos de contingência para dia 15 já estão em marcha, e nem sequer há doentes em número suficiente que se possa continuar a chamar pandemia.

6º. – 𝗘𝘅𝗶𝗯𝗶𝗿 𝗺𝗮𝗻𝗶𝗳𝗲𝘀𝘁𝗮𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗼𝗻𝗶𝗽𝗼𝘁𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮
Fechar a economia de países inteiros da noite para o dia?
Passar por cima das leis e da Constituição?
Mandar prender as pessoas só porque elas saíram de casa?
Interferir na forma como as pessoas se relacionam e na dinâmica interna das famílias dentro de seus lares?
Impedir as pessoas de casar, de ir às igrejas ou de dar um mergulho no mar?
Todas essas são demonstrações bem claras de “quem é que manda”.

7º.- 𝗙𝗼𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗿 𝗮 𝗱𝗲𝗴𝗿𝗮𝗱𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝘀𝗲𝗿 𝗵𝘂𝗺𝗮𝗻𝗼
Punir publicamente de forma humilhante, arrastando cidadãos honestos como se fossem bandidos de altas periculosidade, a desobediência pode inclusive ser justificativa para entrar na sua casa e expor como exemplo público.
Isso mostrado continuamente faz com que o indivíduo acabe aceitando o destino imposto pelas autoridades pois isso lhe causa menos danos que resistir – “resistir é inútil” – reduz o indivíduo à condição de um animal enjaulado onde o “tratador” lhe trará o que for necessário para sua sobrevivência.

8º. – 𝗥𝗲𝗳𝗼𝗿𝗰̧𝗼 𝗱𝗮𝘀 𝗱𝗲𝗺𝗮𝗻𝗱𝗮𝘀 𝘁𝗿𝗶𝘃𝗶𝗮𝗶𝘀
O poder muda as regras de acordo com as necessidades do momento, isso desenvolve hábitos de conformidade com as restrições impostas pelo sistema que aplica regras minuciosas e punições rígidas e fora da realidade para quem as quebra, mudam os discursos criando jogos mentais para com os indivíduos, as permissões e a liberdade podem nos ser tiradas a qualquer momento, bastando que se crie um bom pretexto para isso.
Esses são os 8 passos do método chinês de lavagem cerebral, chamado DDD.

Coincidentemente, todos eles estão a ser aplicados hoje a nível global numa experiência de controle social tão monumental que a maioria das pessoas não consegue sequer vislumbrar que possa existir.

E essa é a prova maior de que esse método não só está a ser posto em prática, sim, como está a funcionar (!!!), pois, lembre-se do objetivo citado no início: “por meio da doutrinação, tornar a vítima dependente do seu torturador…”

Ni Hao Zen

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